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Estado de Arte PET/RM – Tomografia por Emissão de Pósitron e Ressonância Magnética

Esta Técnica promissora do diagnóstico por imagem que funde duas áreas, traz informações diagnósticas de grande relevância, a Tomografia por Emissão de Pósitron (PET) e a Ressonância Magnética Nuclear (RMN), a PET detecta alterações metabólicas, porém com resolução espacial limitada, já as imagens por RMN apresentam excelente resolução espacial para a avaliação de estruturas anatômicas de partes moles.

Porém alguns desafios técnicos fizeram parte do desenvolvimento desta multimodalidade como as fotomultiplicadoras que não funcionam próximas a um campo magnético.

As bobinas de superfície usadas para melhorar a qualidade da imagem na RMN interferem com os raios gama da  PET causando uma atenuação.

Os dados adquiridos da RMN são utilizados para a correção da atenuação da PET, porém o maior desafio em utilizar esses dados da RMN para a correção é a deficiência da sequência de pulso da RMN em mostrar os ossos. Alguns estudos já demonstraram que devido a isso ocorrem erros de até 25% no SUV ( valor de  padrão)

Para a solução destas limitações foram desenvolvidos 2 tipos de escaners com aquisição sequencial e aquisição simultânea.

Na aquisição sequencial dois escaners funcionam mais ou menos de forma independente e depois ocorre a fusão das imagens, tecnologicamente é uma estratégia que requer uma quantidade menor de modificações no sistema de imagens, em geral suas vantagens incluem otimização da imagem em cada modalidade (PET e RM), baixo investimento no desenvolvimento da instrumentação e flexibilidade no tempo de uso do equipamento.

No sistema de aquisição simultâneo com PET e RM tecnicamente é mais desafiador, mas oferece vantagens significativas como, excelente registro das imagens correção dos dados da PET para movimento durante  a aquisição do exame, reconstrução da imagem de PET guiada pela RM.

Imagens adquiridas simultaneamente tornam-se particularmente valiosas quando estuda-se  fenômenos transitórios com ambas as modalidades, pois a RMN  não somente proporciona excelentes detalhes anatômicos mas também pode medir dinamicamente parâmetros de mudança, como a oxigenação sanguínea através da RM funcional e a assinatura química por meio da espectroscopia.

29/01/2017

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