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8 COISAS QUE SEU CHEFE ESPERA QUE VOCÊ SAIBA SOBRE TUBOS DE RAIOS X

Conhecer bem sobre a tecnologia na qual se trabalha é o mínimo que qualquer profissional deve buscar ao longo da sua formação, conhecer de forma profunda um assunto impressiona os colegas de trabalho, porém seu chefe espera que no mínimo você conheça essas 8 coisas sobre os tubos de Raios X. Os itens abaixo mostram 8 pontos relacionados ao processo de produção de raios X que vale a pena relembrar

  • Geração de Raios X

Os Raios X são produzidos quando elétrons acelerados interagem com a matéria, no tubo de raios X os elétrons interagem com um alvo metálico, uma parte da energia cinética destes elétrons é convertida em radiação eletromagnética e a maior parte dissipada na forma de calor cerca de 99%. No anodo a conversão de energia cinética ocorre por meio de dois processos: freamento e característico.

  • Gerador de Raios

O gerador de Raios X fornece a energia adequada a produção de Raios X  entre 20 – 150 kV e também fornece uma baixa voltagem fixa cerca de 10V para produzir a corrente no filamento.

  • Componentes do Tubo de Raios X

Um tubo de Raios X é composto por uma anodo, catodo, invólucro, rotor, estator e uma cúpula, cada um desses componentes  tem uma função importante no processo de produção de raios X.

O catodo onde esta inserido o filamento  é a fonte de elétrons, o anodo é o alvo onde os elétrons irão colidir, o invólucro de vidro plumbífero  é o que mantem o vácuo no interior do tubo. O rotor e o estator  garantem o giro do anodo através de indução elétrica com  rotações em torno de 3000  a 10000 rpm,  a cúpula  é uma estrutura externa que garante o suporte estrutural para o tubo, isolamento elétrico e blindagem para os raios X  protegendo  o paciente e trabalhador contra o feixe primário.

  • Capacidade Calorífica do tubo de Raios X

Com 99% de produção de calor durante a produção de Raios X  o tubo apresenta uma capacidade calorífica que pode ser monitorada  durante o uso, pois depende da quilovoltagem pico, corrente no tubo, tempo de exposição e uma constante que depende do tipo de gerador.

  • Tipo de Tubo de Raios X

Dependendo da finalidade do equipamento de Raios X precisa-se que o tubo  se adapte as suas funções como, por exemplo,  o tubo utilizado nos equipamentos de mamografia possuem um alvo feito de molibdênio e também de Ródio  para produzir raios X adequados aos tecidos a serem radiografados.  Na saída do tubo a janela é feita de berílio para reduzir a atenuação que o feixe sofre ao passar pelo vidro.

  • Raios X de freamento (Bremssthrahlung)

Esse processo corresponde a 80% da produção de raios X. Ocorre quando elétrons incidentes, ou seja, aqueles que saem do filamento com energia cinética determinada pelo kV aplicado, passam nas proximidades do núcleo que possuem carga positiva, ocorrendo uma atração, esses elétrons alvo sofrem um desvio em sua trajetória freando e convertendo a energia cinética em Raios X.

  • Raios X característicos

Corresponde em média a 20% do processo de produção dos raios X. Neste caso o elétron acelerado interage com um elétron orbital das camadas mais internas. Se o elétron incidente tiver energia  maior que a energia de ligação do elétron orbital, este será ejetado, deixando uma lacuna na camada que será ocupada por elétrons das camadas mais externa ocorrendo a emissão de raios X característicos.

  • Características do feixe de Raios X

As características do feixe são afetadas pela energia (kV aplicado),  pelo  tipo de filtro e o material do alvo da ampola, já o  tamanho do ponto focal efetivo  afeta diretamente  a resolução espacial da imagem. Esses fatores afetam também o contraste da imagem  e a dose no paciente.

 

Ref. Johnston J.N, Fauber TL. Essentials of Radiographic Physics and Imaging, 2016.

 

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